quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Sexo, por que não?

Que poder é esse que leva adultos a abusar crianças?
Que força é essa que destrói vidas, até mesmo aquelas que ainda nem nasceram?

É o sexo.
Olhem para fora. Verão que o sexo vende, corrompe, mata. Sexo dá prazer, coisa que todo mundo quer, especialmente em tempos tão “estressantes”. A pornografia está nas ruas, nos anúncios, na televisão, na internet, obrigando jovens a vender seu corpo e sua honra para sobreviver e encher de prazer o vazio alheio. Isso tudo mostra o quão importante e poderoso é o sexo. Tão poderoso que pode superar a moral. Tão poderoso que é capaz de destruir, através da traição, algo sagrado. Falo do casamento.

Segundo o cristianismo, o sexo só deve ser praticado depois do casamento. Por incrível que pareça, essa não é uma crença infundada e ultrapassada. Ela é atual e facilmente comprovada. O sexo é poderoso demais para ser praticado entre pessoas não casadas. Somente o sagrado pode conter tamanha força destrutiva. Por isso, sexo só depois do casamento.

Porém, é evidente que o casamento na atualidade não é capaz de impedir a capacidade devastadora do sexo. São tristemente habituais os casos onde maridos ultrajam a dignidade de seus próprios filhos. São freqüentes os casos de adultério que chegam aos nossos ouvidos. O problema, entretanto, não está no matrimônio.

O problema está nas razões que levam os parceiros ao casamento. Muitas vezes, a união não é determinada pelo amor, a verdadeira força capaz de manter homem e mulher unidos, mas sim pelo prazer oferecido pelo sexo. E ele não é capaz de sustentar um casamento, muito pelo contrário, é poderoso para destruí-lo. Também é óbvio que se os parceiros casarem antes de praticarem relações sexuais, então eles não casaram por razões sexuais.

Portanto, se o sexo fosse praticado da maneira correta, isto é, com moral, empatia, amor, e sobretudo, dentro do casamento, não haveria tantas ocorrências de desvios comportamentais relacionados à prática sexual. Somente o poder do amor é capaz de conter o poder do sexo.

A verdade é o melhor argumento. E a verdade sobre o sexo é esta:
não deve ser praticado fora do sagrado matrimônio.